Olá a todas... Esta semana fiz uma experiência...
Aqui há meses tinha congelado a água que sobrou da cozedura de frango. Normalmente aproveito-a para fazer ganja de galinha, mas como não sobrou frango, resolvi guardar essa água.
No outro dia, comprei frango de churrasco e sobrou uma parte do peito. Resolvi então aproveitar!
Desfiz o frango, descongelei a calda da cozedura do frango, juntei a pevide e fiz canja de galinha, com uma pequena diferença, o frango sabia um pouco a churrasco :)
Como diz o meu marido, chama-se "Canja Barbecue" ;)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Prazo de Validade dos Alimentos
Li este artigo neste site e achei útil partilhar... Leiam
"Faz mal comer um iogurte cujo prazo de validade expirou no dia anterior? Quanto tempo posso guardar a maionese no frigorífico depois de aberta? O chocolate esbranquiçado está estragado? O consultor alimentar Hugo Vieira esclarece estes e outros mistérios.
Em 2008 um homem britânico foi notícia porque decidiu efectuar uma experiência comendo apenas alimentos fora do prazo de validade durante duas semanas. O objectivo era provar que se deitam fora toneladas de comida quando ainda se poderiam comer sem prejuízo para a saúde. Parece que não morreu nem sofreu de indigestão, mas a questão é pertinente. Afinal, que critérios presidem à definição dos prazos de validade dos alimentos? Hugo Vieira, consultor alimentar da 4HSA, uma empresa de consultoria em segurança alimentar, diz-nos até quando podemos comer...
... iogurtes. Podem ser consumidos um ou dois dias depois do prazo sem problema, apesar de começarem a perder características nutricionais.
Em qualquer destes casos, "considere alterações de cheiro e sabor como alertas vermelhos, já que podem indiciar multiplicação de microorganismos potencialmente perigosos como staphilococus ou mesmo salmonelas".
... leite. O UHT pode eventualmente ser consumido até alguns dias depois do prazo. Já no leite do dia a margem é menor e não convém ultrapassar o prazo indicado. "Isto acontece porque o primeiro é sujeito a uma temperatura muito elevada num período de tempo muito curto, o que elimina praticamente todas as potenciais bactérias. No segundo, a esterilização é feita a uma temperatura menor e num tempo mais alargado, o que apesar de contribuir para o leite manter as características em termos de sabor, o torna mais sujeito a contaminação", explica Hugo Vieira.
.... queijos. Com o tempo costuma aparecer bolor que pode conter toxinas nocivas. "Um ponto pequeno poderá ser retirado sem prejuízo, mas há sempre algum grau de perigo já que o bolor (à excepção dos queijos onde é suposto tal acontecer) indicia sempre uma quebra da barreira biológica do alimento, o que permite a entrada de toxinas que podem estar presentes mesmo de forma não visível".
... sobremesas do tipo pudin flan, mousse de chocolate ou leite-creme. Não convém deixar passar o prazo já que são produtos processados e com muitos nutrientes, nomeadamente ovos, pelo que o risco de contaminação com staphilococus e salmonelas é grande.
... alimentos congelados. Em geral podem ser conservados quase um ano a um ano e meio sem problemas, desde que sejam mantidos a menos de 18ºC, já que o frio impede o desenvolvimento de micro organismos. Em regra, quanto menos processado for o alimento mais tempo irá conservar-se sem alterações. Refeições prontas e gelados, por exemplo, têm mais elementos na composição o que os torna menos estáveis mas não perigosos. As gorduras poderão alterar-se e desenvolver-se algum sabor a ranço.
Os alimentos congelados à saída da fábrica, sofrem uma congelação muito rápida que mantém os nutrientes intactos, e serão mais seguros do que os congelados em casa. Mas em qualquer caso, o elemento determinante é sempre a manutenção da cadeia de frio. Uma quebra nesta cadeia (seja no transporte para o supermercado ou para sua casa) diminui a margem de conservação. Sinais disto mesmo são a formação de cristais de gelo no interior ou a presença de humidade na embalagem de cartão. Neste caso, não deverá deixar passar o prazo.
... molhos. Antes de abertos conservam-se bastante bem algumas semanas para além do prazo indicado, mas depois convém ter mais precaução.
... maionese. É um produto muito sensível e a sua conservação vai depender do cuidado que se tiver na manipulação. "É fácil haver contaminação com staphilococus ou salmonelas. Basta um descuido com a colher que se usa para retirá-la do frasco, por exemplo.
...ketchup. É mais ácido e por isso mais resistente. Pode durar um mês conservado no frigorífico, assim como a mostarda.
... molhos de tomate para cozinhar. São bastante sensíveis e podem criar fungos e bolores que produzem toxinas prejudiciais mesmo dentro do prazo. Mesmo que retire o bolor visível, é provável que haja mais microorganismos presentes pelo que não deve consumi-los de todo neste caso".
... carne fresca. Pode deixar passar um ou dois dias se mantiver a cadeia de frio intacta e não houver sinais de alteração. "No caso da carne picada não dê margem alguma. É que ao picar-se quebra-se a sua barreira biológica, o que facilita o desenvolvimento de bactérias e permite a proliferação de micro organismos".
... charcutaria fresca. Como os fiambres e mortadelas são produtos sensíveis, devem ser consumidos apenas dentro do prazo. Tenha especial atenção à formação de um biofilme de gordura no exterior, "possível sinal de microorganismos que podem causar febres e diarreias ou até malformações do feto em grávidas".
... produtos fumados. São mais estáveis porque a fumagem destrói grande parte dos microorganismos e o sal que contêm também actua como conservante. Se vieram embalados em vácuo conservam-se bastante tempo e podem ser consumidos eventualmente algumas semanas depois do prazo sem risco.
... farinha. Pode durar anos sem que se estrague. Poderá eventualmente haver alteração da propriedade das leveduras, o que faz com que se torne menos eficaz a levedar um bolo ou a fazer pão.
... leite em pó. Também dura bastante tempo desde que não apanhe humidade e esteja numa embalagem fechada.
... bolachas e tostas. Quando muito poderão ficar moles com o tempo, um sinal de migração de oxigénio para dentro da embalagem, mas em geral duram bastante tempo, especialmente se as embalagens não forem abertas.
... café e chá. Duram anos, sobretudo se estiverem hermeticamente fechados. Como são confeccionados com água a ferver o perigo de contaminação também é menor. Se cheirarem a mofo, contudo, é preferível deitar fora.
... chocolate de culinária. Pode durar indefinidamente, mesmo que perca algumas propriedades (costuma embranquecer) não apresentará perigo para a saúde.
... enlatados. Duram anos, devendo apenas estar atenta a sinais de empolamento ou outros danos nas latas. Neste caso, não facilite.
... azeite. Aconselha-se o consumo no espaço de um ano, mas tudo depende da forma de acondicionamento. Deve sempre ser guardado no escuro já que a luz altera as suas propriedades. Se estiver exposto à luz no espaço de venda ou em casa poderá sofrer alterações. Cheiro a ranço é sempre um indicador disto mesmo.
... vinagre. Também dura bastante tempo e mesmo que perca qualidades não apresentará perigo para a saúde.
... sumos e refrigerantes. Sumos de fruta em garrafas de vidro não devem ser expostos pois a luz solar degrada rapidamente a vitamina C que contêm. Esta é um dos elementos conservantes pelo que a sua degradação pode comprometer a conservação no tempo recomendado. Já os refrigerantes duram mais tempo ainda que possam perder propriedades comerciais.
Uma questão de prazo
A menção do prazo de validade na embalagem é obrigatória. Apenas os produtos hortícolas frescos sem processamento estão dispensados desta obrigação, tendo no entanto de exibir a data em que foram embalados. Obviamente, o principal objectivo é garantir a segurança do consumo, mas não só. "O prazo também garante características comerciais como o sabor, cor ou textura, que o fabricante assegura que se manterão estáveis durante o período indicado", explica o consultor alimentar. Depois da data indicada no rótulo, o alimento não está forçosamente estragado mas pode não corresponder aos parâmetros de qualidade da altura da compra.
Claro que consumir alimentos fora do prazo de validade deve ser a excepção e não a regra, mas nem sempre o lixo terá de ser o destino final de um produto que pode estar em perfeitas condições, apesar de expirado. Em todo o caso, para consumi-lo em segurança há factos que convém saber:
- Por regra, quanto mais reduzido é um prazo e mais específica a sua data de validade, menos margem haverá para o consumir depois.
- Em geral, quanto mais água e gordura tiver na sua composição, mais rapidamente um alimento se irá deteriorar e menos flexibilidade haverá no seu consumo para além do prazo.
- Mesmo dentro do prazo, um alimento pode deteriorar-se rapidamente se for sujeito a uma manipulação ou conservação deficientes (calor ou contaminação).
- Qualquer embalagem que esteja empolada deve ser rejeitada já que este ‘inchaço' é um provável indício da existência de dióxido de carbono no interior, uma reacção que se dá quando há proliferação de microorganismos. "
Fonte: http://activa.aeiou.pt
"Faz mal comer um iogurte cujo prazo de validade expirou no dia anterior? Quanto tempo posso guardar a maionese no frigorífico depois de aberta? O chocolate esbranquiçado está estragado? O consultor alimentar Hugo Vieira esclarece estes e outros mistérios.
Em 2008 um homem britânico foi notícia porque decidiu efectuar uma experiência comendo apenas alimentos fora do prazo de validade durante duas semanas. O objectivo era provar que se deitam fora toneladas de comida quando ainda se poderiam comer sem prejuízo para a saúde. Parece que não morreu nem sofreu de indigestão, mas a questão é pertinente. Afinal, que critérios presidem à definição dos prazos de validade dos alimentos? Hugo Vieira, consultor alimentar da 4HSA, uma empresa de consultoria em segurança alimentar, diz-nos até quando podemos comer...
... iogurtes. Podem ser consumidos um ou dois dias depois do prazo sem problema, apesar de começarem a perder características nutricionais.
Em qualquer destes casos, "considere alterações de cheiro e sabor como alertas vermelhos, já que podem indiciar multiplicação de microorganismos potencialmente perigosos como staphilococus ou mesmo salmonelas".
... leite. O UHT pode eventualmente ser consumido até alguns dias depois do prazo. Já no leite do dia a margem é menor e não convém ultrapassar o prazo indicado. "Isto acontece porque o primeiro é sujeito a uma temperatura muito elevada num período de tempo muito curto, o que elimina praticamente todas as potenciais bactérias. No segundo, a esterilização é feita a uma temperatura menor e num tempo mais alargado, o que apesar de contribuir para o leite manter as características em termos de sabor, o torna mais sujeito a contaminação", explica Hugo Vieira.
.... queijos. Com o tempo costuma aparecer bolor que pode conter toxinas nocivas. "Um ponto pequeno poderá ser retirado sem prejuízo, mas há sempre algum grau de perigo já que o bolor (à excepção dos queijos onde é suposto tal acontecer) indicia sempre uma quebra da barreira biológica do alimento, o que permite a entrada de toxinas que podem estar presentes mesmo de forma não visível".
... sobremesas do tipo pudin flan, mousse de chocolate ou leite-creme. Não convém deixar passar o prazo já que são produtos processados e com muitos nutrientes, nomeadamente ovos, pelo que o risco de contaminação com staphilococus e salmonelas é grande.
... alimentos congelados. Em geral podem ser conservados quase um ano a um ano e meio sem problemas, desde que sejam mantidos a menos de 18ºC, já que o frio impede o desenvolvimento de micro organismos. Em regra, quanto menos processado for o alimento mais tempo irá conservar-se sem alterações. Refeições prontas e gelados, por exemplo, têm mais elementos na composição o que os torna menos estáveis mas não perigosos. As gorduras poderão alterar-se e desenvolver-se algum sabor a ranço.
Os alimentos congelados à saída da fábrica, sofrem uma congelação muito rápida que mantém os nutrientes intactos, e serão mais seguros do que os congelados em casa. Mas em qualquer caso, o elemento determinante é sempre a manutenção da cadeia de frio. Uma quebra nesta cadeia (seja no transporte para o supermercado ou para sua casa) diminui a margem de conservação. Sinais disto mesmo são a formação de cristais de gelo no interior ou a presença de humidade na embalagem de cartão. Neste caso, não deverá deixar passar o prazo.
... molhos. Antes de abertos conservam-se bastante bem algumas semanas para além do prazo indicado, mas depois convém ter mais precaução.
... maionese. É um produto muito sensível e a sua conservação vai depender do cuidado que se tiver na manipulação. "É fácil haver contaminação com staphilococus ou salmonelas. Basta um descuido com a colher que se usa para retirá-la do frasco, por exemplo.
...ketchup. É mais ácido e por isso mais resistente. Pode durar um mês conservado no frigorífico, assim como a mostarda.
... molhos de tomate para cozinhar. São bastante sensíveis e podem criar fungos e bolores que produzem toxinas prejudiciais mesmo dentro do prazo. Mesmo que retire o bolor visível, é provável que haja mais microorganismos presentes pelo que não deve consumi-los de todo neste caso".
... carne fresca. Pode deixar passar um ou dois dias se mantiver a cadeia de frio intacta e não houver sinais de alteração. "No caso da carne picada não dê margem alguma. É que ao picar-se quebra-se a sua barreira biológica, o que facilita o desenvolvimento de bactérias e permite a proliferação de micro organismos".
... charcutaria fresca. Como os fiambres e mortadelas são produtos sensíveis, devem ser consumidos apenas dentro do prazo. Tenha especial atenção à formação de um biofilme de gordura no exterior, "possível sinal de microorganismos que podem causar febres e diarreias ou até malformações do feto em grávidas".
... produtos fumados. São mais estáveis porque a fumagem destrói grande parte dos microorganismos e o sal que contêm também actua como conservante. Se vieram embalados em vácuo conservam-se bastante tempo e podem ser consumidos eventualmente algumas semanas depois do prazo sem risco.
... farinha. Pode durar anos sem que se estrague. Poderá eventualmente haver alteração da propriedade das leveduras, o que faz com que se torne menos eficaz a levedar um bolo ou a fazer pão.
... leite em pó. Também dura bastante tempo desde que não apanhe humidade e esteja numa embalagem fechada.
... bolachas e tostas. Quando muito poderão ficar moles com o tempo, um sinal de migração de oxigénio para dentro da embalagem, mas em geral duram bastante tempo, especialmente se as embalagens não forem abertas.
... café e chá. Duram anos, sobretudo se estiverem hermeticamente fechados. Como são confeccionados com água a ferver o perigo de contaminação também é menor. Se cheirarem a mofo, contudo, é preferível deitar fora.
... chocolate de culinária. Pode durar indefinidamente, mesmo que perca algumas propriedades (costuma embranquecer) não apresentará perigo para a saúde.
... enlatados. Duram anos, devendo apenas estar atenta a sinais de empolamento ou outros danos nas latas. Neste caso, não facilite.
... azeite. Aconselha-se o consumo no espaço de um ano, mas tudo depende da forma de acondicionamento. Deve sempre ser guardado no escuro já que a luz altera as suas propriedades. Se estiver exposto à luz no espaço de venda ou em casa poderá sofrer alterações. Cheiro a ranço é sempre um indicador disto mesmo.
... vinagre. Também dura bastante tempo e mesmo que perca qualidades não apresentará perigo para a saúde.
... sumos e refrigerantes. Sumos de fruta em garrafas de vidro não devem ser expostos pois a luz solar degrada rapidamente a vitamina C que contêm. Esta é um dos elementos conservantes pelo que a sua degradação pode comprometer a conservação no tempo recomendado. Já os refrigerantes duram mais tempo ainda que possam perder propriedades comerciais.
Uma questão de prazo
A menção do prazo de validade na embalagem é obrigatória. Apenas os produtos hortícolas frescos sem processamento estão dispensados desta obrigação, tendo no entanto de exibir a data em que foram embalados. Obviamente, o principal objectivo é garantir a segurança do consumo, mas não só. "O prazo também garante características comerciais como o sabor, cor ou textura, que o fabricante assegura que se manterão estáveis durante o período indicado", explica o consultor alimentar. Depois da data indicada no rótulo, o alimento não está forçosamente estragado mas pode não corresponder aos parâmetros de qualidade da altura da compra.
Claro que consumir alimentos fora do prazo de validade deve ser a excepção e não a regra, mas nem sempre o lixo terá de ser o destino final de um produto que pode estar em perfeitas condições, apesar de expirado. Em todo o caso, para consumi-lo em segurança há factos que convém saber:
- Por regra, quanto mais reduzido é um prazo e mais específica a sua data de validade, menos margem haverá para o consumir depois.
- Em geral, quanto mais água e gordura tiver na sua composição, mais rapidamente um alimento se irá deteriorar e menos flexibilidade haverá no seu consumo para além do prazo.
- Mesmo dentro do prazo, um alimento pode deteriorar-se rapidamente se for sujeito a uma manipulação ou conservação deficientes (calor ou contaminação).
- Qualquer embalagem que esteja empolada deve ser rejeitada já que este ‘inchaço' é um provável indício da existência de dióxido de carbono no interior, uma reacção que se dá quando há proliferação de microorganismos. "
Fonte: http://activa.aeiou.pt
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
BOAS FESTAS !!!
Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso, no ano vindouro...
FELIZ NATAL !!!
(Este é o meu presépio, versão mexicana)
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Imagens vs Mensagens
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Nome em Feltro
Esta é a minha mais recente "obra-de-arte". Levei uma eternidade a acabar, umas vezes parava por falta de tempo, outras por falta de imaginação e outras por motivos físicos... Mas, finalmente acabei!
O que acham?!
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Feltro,
Trabalhos Manuais
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Ausente...
Olá a todos...
Sei que tenho estado ausente e provavelmente vou estar assim nos próximos meses... A minha vida está prestes a mudar e não tenho tido muito tempo para cá vir.
Dentro de algum tempo, além da tarefa de esposa e dona de casa desajeitada, vou ter a tarefa de mãe de primeira viagem a por-me à prova!
Peço descula a todos, mas vou tentar não me afastar totalmente.
Beijinhos
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Já Comprei!!
Já comprei!! Agora falta experimentar! Depois conto o que acho desta "nova maravilha".
Já tenho visto em vários blog's donas de casa a usar este spray para várias coisas, nomeadamente, forrar formas para bolos, tachos de grelhar, etc. Não resisti em comprar, mas só encontrei à venda no Jumbo no Porto. Cá em Viana nem sabem o que isso é!
Obrigada a quem usa por partilhar esta novidade, agora já não preciso besuntar as mãos todas para forrar a forma dos bolos!.
Beijinhos
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Leite de Cabra ou Leite de Vaca?
Ora cá está um tema que nunca me ocorreu que tivesse "tantas" diferenças... Apesar de, leite ser leite, veja as diferenças:
O leite caprino é mais fácil do organismo digerir porque o tamanho das partículas de gordura dele é menor. Ele também não possui aglutinina, substância presente no leite de vaca que une as partículas gordurosas, formando um coalho mais difícil de digerir.
Pessoas que têm alergia ao leite de vaca, tem uma tolerância melhor ao leite de cabra. Pois em sua gordura é encontrado duas vezes mais os ácidos capróico, caprílico e cáprico, indicados para pacientes que tem má absorção de alimentos originários do leite de vaca e nos distúrbios intestinais. O leite de cabra também tem 20% menos colesterol do que o leite de vaca.
O leite de cabra estimula a produção de insulina, o hormônio responsável pela entrada de açúcar dentro da célula. Ele também produz energia por causa da presença de substâncias bio-ativas, o IGF-1. Actualmente o mercado oferece grandes opções de leite de cabra em caixa, do integral ao desnatado.
Por Carolina Abranches"
"Leite de cabra ou leite de vaca? Saiba qual deles têm mais nutrientes e colaboram melhor para a saúde.
Muito se fala do poder nutricional do leite de cabra. Mas você sabe dizer por que o leite de cabra é melhor do que o leite de vaca para a saúde? Segundo nutricionistas, a quantidade de gorduras e de proteínas do leite de cabra é semelhante ao do leite de vaca. Porém, a diferença está na qualidade desses nutrientes.
Muito se fala do poder nutricional do leite de cabra. Mas você sabe dizer por que o leite de cabra é melhor do que o leite de vaca para a saúde? Segundo nutricionistas, a quantidade de gorduras e de proteínas do leite de cabra é semelhante ao do leite de vaca. Porém, a diferença está na qualidade desses nutrientes.
O leite caprino é mais fácil do organismo digerir porque o tamanho das partículas de gordura dele é menor. Ele também não possui aglutinina, substância presente no leite de vaca que une as partículas gordurosas, formando um coalho mais difícil de digerir.
Pessoas que têm alergia ao leite de vaca, tem uma tolerância melhor ao leite de cabra. Pois em sua gordura é encontrado duas vezes mais os ácidos capróico, caprílico e cáprico, indicados para pacientes que tem má absorção de alimentos originários do leite de vaca e nos distúrbios intestinais. O leite de cabra também tem 20% menos colesterol do que o leite de vaca.
O leite de cabra estimula a produção de insulina, o hormônio responsável pela entrada de açúcar dentro da célula. Ele também produz energia por causa da presença de substâncias bio-ativas, o IGF-1. Actualmente o mercado oferece grandes opções de leite de cabra em caixa, do integral ao desnatado.
Por Carolina Abranches"
Fonte: http://bemstar.globo.com
Nunca é de mais saber... mais ;)
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